Por que restaurantes têm diferentes políticas com a taxa de rolha?
Levar uma garrafa de vinho especial para abrir no restaurante pode ser um prazer à parte. Mas, em muitos casos, o ato pode vir acompanhado de uma leve polêmica: a taxa de rolha.
O valor é cobrado quando o cliente opta por consumir a bebida trazida de casa, em vez de escolher uma da carta do lugar. O tema gera curiosidade entre clientes — afinal, por que alguns cobram e outros não? E quanto é justo pagar?
Para os restaurantes, a rolha representa não apenas o serviço, que consiste em higienizar as taças (ou repor no caso de quebra), abrir a garrafa e servir corretamente, mas também todo o investimento por trás da carta de vinhos oferecida.
“Acreditamos que a taxa de rolha é uma forma justa de valorizar todo o serviço e a estrutura envolvidos nesse momento, como os profissionais, utensílios e refrigeração, por exemplo”, diz chef Renato Fecchio, do Aliô Restaurante.
Sommeliers, chefs e restaurateurs de diferentes casas paulistanas explicam como cada um lida com a taxa de rolha e se a prática tem crescido.
Fonte: Exame
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